Como os terráqueos poderiam encontrar seres alienígenas.

Uma forma seria por meio do laser. Segundo os cientistas, os feixes de laser podem alcançar distâncias extraordinárias, portanto é possível que civilizações alienígenas façam uso da emissão de pulsos para se comunicar. O pessoal doSETI — organização focada na busca de formas de vida extraterrestre inteligente —já faz uso de equipamentos capazes de detectar um único fóton emitido com intervalos de frações de segundos e está conduzindo varreduras em regiões próximas ao Sistema Solar em busca de sinais.

Além do SETI, pesquisadores das Universidades de Princeton e Harvard também se uniram aos esforços — e, ao longo de vários anos, realizaram o monitoramento de mais de 10 mil estrelas semelhantes ao nosso Sol em busca de emissões de luz que apresentem padrões e indiquem a existência de seres alienígenas tentando se comunicar com a Terra. Infelizmente (ou não), nenhuma atividade extraterrestre foi identificada até o momento. Outra forma seria por meio de Sondas Espaciais, assim como nós, terráqueos, já enviamos sondas espaciais para explorar o Sistema Solar e o cosmos, existem pesquisadores que acreditam que civilizações extraterrestres podem muito bem ter feito a mesma coisa.

Inclusive há quem defenda que os equipamentos alienígenas continuam vagando aqui pela Via Láctea, mas não foram detectados ainda porque a nossa tecnologia é muito primitiva.

Nesse sentido, uma dupla de matemáticos da Universidade de Edimburgo, na Escócia, propôs que sondas extraterrestres capazes de se autorreplicar podem ter explorado a nossa vizinhança — e podem ainda estar xeretando por aqui — sem o nosso conhecimento. Segundo os cientistas, os dispositivos robóticos poderiam se reproduzir a partir de gases ou de poeira interestelar e se distribuir para vasculhar diferentes estrelas e planetas.

Conforme estimaram, se esses robozinhos pudessem viajar com aproximadamente 10% da velocidade da luz, uma frota deles poderia explorar a nossa galáxia inteira em cerca de 10 milhões de anos — o que, em escala astronômica, é considerando um tempo relativamente curto.

Mais uma forma seria pela radiação, pois não é porque nós, terráqueos, estamos em busca de alienígenas que eles vão estar interessados em contatar outras civilizações. Quem garante que eles não querem ficar quietinhos nos seus cantos? Nesse caso, uma boa maneira de encontrá-los seria procurar por grandes quantidades de radiação infravermelha — liberada como subproduto de estruturas hipotéticas que os cientistas chamam de “Esferas de Dyson”.

Propostas pelo físico teórico — e escritor de ficção científica — Freeman Dyson na década de 60, as esferas seriam megaestruturas construídas por civilizações tecnologicamente superavançadas e colocadas em órbita ao redor de estrelas para a obtenção de energia ilimitada de forma direta.

Acontece que, segundo Dyson, as esferas acabariam perdendo parte da energia coletada para o espaço na forma de radiação infravermelha. Sendo assim, vasculhar os confins da nossa galáxia em busca desse tipo de radiação poderia — hipoteticamente — levar à descoberta de formas de vida inteligente.

E porque não por um apocalipse? Em se tratando de encontrar criaturas em outros planetas, o mais lógico seria buscar sinais de vida, certo? No entanto, alguns cientistas propõem que, se a intenção é confirmar que não somos únicos no Universo, talvez possamos procurar por vestígios que indiquem a extinção de uma civilização.

Isso porque, segundo os pesquisadores, assim como a atividade produzida pela vida poderia ser detectada, os gases da decomposição de organismos, a existência de radiação liberada por guerras nucleares, a presença de fragmentos provenientes de um ataque bélico — ao melhor estilo “Estrela da Morte” de Star Wars — também poderiam ser identificados.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/

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