O que é o gato de Schrodinger?

O gato de Schrodinger é algo que a maioria de nós provavelmente já ouviu falar de em algum momento de nossas vidas, mas quantos de nós realmente sabe o que significa? Bem, isso é o tema da nossa pequena discussão para hoje.. Quem (ou o que, mais especificamente) é o gato de Schrodinger? É uma ideia interessante vinda diretamente do bizarro mundo da mecânica quântica, a física que rege as leis das partículas subatômicas.

O gato, no papel de cobaia, está vivo e morto ao mesmo tempo! Para todos os amantes de gatos, devo salientar que não houve gatos sacrificados durante este experimento mental! Não é uma experiência que realmente aconteceu. A razão pela qual o famoso físico Erwin Schrodinger decidiu utilizar um gato, ao invés de um cão ou qualquer outro animal, tem sido uma curiosidade pessoal. A intenção de Schrodinger era mostrar como o comportamento das partículas subatômicas parece ilógico se aplicado em uma situação fácil de ser visualizada, como um gato trancado em uma caixa fechada.

Na situação proposta por ele, a vida do animal ficaria à mercê de partículas radioativas. Se elas circulassem pela caixa (com uma chance de 50%), o gato morreria; caso contrário, ele permaneceria vivo.Em última análise, então o que temos é um gato em uma caixa com 50% de chance de vida. Muito simples até agora.

Então, gatos mortos e gatos vivos… O que eles têm a ver com a física? Bem, o que Schrodinger estava tentando mostrar é que depois de uma hora o gato estaria em uma superposição onde estaria vivo e morto ao mesmo tempo – pelo menos para quem estivesse do lado de fora da caixa, porque o resultado real não seria decidido até ser verificado. Quero dizer, se não podemos ver o que está acontecendo dentro da caixa, não podemos saber o destino do gato. Então, de acordo com a física quântica, o gato está vivo e morto até que alguém ou algo abra a caixa.

Foi uma maneira fácil de ilustrar a chamada “interpretação de Copenhague”, que tem a ver com a incerteza na mecânica quântica.

Devido à incerteza, não somos capazes de saber onde está um elétron é e para onde ele está indo em qualquer ponto no tempo. Quanto mais tentamos saber a posição de um elétron, por exemplo, mais incerta será sua velocidade (esse é um tema para um próximo artigo).

Fonte: http://ocientista.com

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