Astrônomos mapeiam lugar da Terra no universo entre o “Conselho de Gigantes”.

Vivemos em uma galáxia conhecida como Via Láctea, um vasto conglomerado de 300 bilhões de estrelas, planetas em torno delas, e nuvens de gás e poeira flutuando no meio. Sabemos que a Via Láctea e sua companheira em órbita, a galáxia Andrômeda, são os membros dominantes de um pequeno grupo de galáxias conhecido como “Grupo Local”, que tem cerca de 3 milhões de anos-luz de diâmetro. No entanto, sabemos muito pouco sobre o resto de nossa vizinhança imediata no universo.

Agora, um novo estudo de Marshall McCall da Universidade York (Canadá) mapeou as galáxias brilhantes dentro de 35 milhões de anos-luz da Terra, oferecendo uma visão ampliada do que está além da porta da nossa casa. “Todas as galáxias brilhantes dentro de 20 milhões de anos-luz, como nós, são organizadas em uma ‘Folha Local’ de 34 milhões de anos-luz de diâmetro e apenas 1,5 milhões de anos-luz de espessura”, explica McCall. De acordo com o pesquisador, a Via Láctea e a Andrômeda são cercadas por doze grandes galáxias dispostas em um anel de cerca de 24 milhões de anos-luz de diâmetro, que ele chama de “Conselho de Gigantes”. Doze das quatorze gigantes na Folha Local, incluindo a Via Láctea e Andrômeda, são “galáxias espirais”, que têm discos achatados nos quais estrelas ainda estão se formando.

As duas restantes são “galáxias elípticas”, cujos volumes estelares foram estabelecidos há muito tempo.

Curiosamente, as duas galáxias elípticas ficam em lados opostos do Conselho. Ventos liberados das primeiras fases do seu desenvolvimento poderiam ter levado gás para o Grupo Local, ajudando assim a construir os discos da Via Láctea e da Andrômeda.

O estudo deste Conselho trouxe algumas descobertas sobre as condições que levaram à formação da Via Láctea. A mais importante é que um pequeno aumento na densidade de matéria no universo parece ter sido necessário para produzir o Grupo Local. Para chegar a um arranjo tão ordenado quanto a Folha Local e seu Conselho, galáxias próximas devem ter se desenvolvido dentro de uma “base” pré-existente, composta principalmente de matéria escura.

“Pesquisas recentes do universo mais distante revelaram que as galáxias se encontram em folhas e filamentoscom grandes regiões de espaço vazio no meio. A geometria é como a de uma esponja. O que o novo mapa revela é que a estrutura semelhante à observada em grandes escalas se estende até as menores também”, afirma McCall.

Fonte: http://hypescience.com/

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