Esta é a única pessoa já atingida por um meteorito.

Já houveram diversas fraudes e histórias estranhas que ganharam as páginas dos jornais mais sensacionalistas, mas houve apenas uma pessoa que confirmadamente foi atingida por um meteorito na história da humanidade: a americana Ann Hodges. A história de Hodges começa logo após o meio-dia de 30 de novembro de 1954, quando ela estava tirando uma soneca em seu sofá na cidade de Oak Grove, perto de Sylacauga, Alabama, EUA.

Sem aviso, um meteorito do tamanho de uma laranja caiu através de seu teto, ricocheteou em seu rádio de madeira e atingiu-a em seu quadril. Notavelmente, a única lesão que ela sofreu foi uma contusão de aparência desagradável. O relato do meteorito de Ann coincidiu com avistamentos locais de uma luz vermelha brilhante no céu no mesmo dia. Em meio à paranóia da Guerra Fria, muitas pessoas da pequena cidade acreditava que a luz poderia ter vindo de um míssil ou de um avião.  Ocorrências extraterrestres estranhas acontecendo em uma pequena e poeirenta cidade do pós-guerra nos EUA parece uma história saída de algum documentário obscuro sobre ÓVNIS. Continuar lendo

Interessante: Uma bizarra nova forma de astronomia está surgindo!

Há pouco mais de um ano, no dia 14 de setembro de 2015, cientistas que trabalhavam em duas estruturas gigantes com formato de “L” receberam um sinal em suas telas que mal podiam acreditar. Era a primeira evidência das ondas gravitacionais, ondulações no espaço que viajam pelo universo. Einstein havia feito a previsão da existência de tal onda há cem anos. A descoberta foi anunciada em fevereiro de 2016.

Então, em junho de 2016, a equipe de 900 pesquisadores do Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO), anunciou a segunda detecção das ondas gravitacionais, realizada em dezembro de 2015. “Isso confirma – super confirma – que esses eventos não são falhas”, diz Vicky Kalogera, parte da equipe do LIGO. “Elas acontecem na natureza e podemos detectá-las a cada poucos meses”. Depois de alguns upgrades no LIGO realizados nos últimos meses, Kalogera espera detectar pelo menos dez ondas no próximo ano, e até cem ondas por ano com a ajuda do detector europeu Advanced Virgo. Continuar lendo

Você não vai acreditar de onde veio o carbono de nosso planeta!

Em um novo estudo publicado nesta semana na revista Nature Geoscience, o petrologista Rajdeep Dasgupta, da Universidade Rice, nos EUA, e seus colegas oferecem uma nova resposta a uma questão geológica muito debatida: como a vida baseada em carbono se desenvolveu na Terra, considerando que a maior parte do carbono do planeta deveria ter ou fervido nos primeiros dias de sua existência ou ficado preso no núcleo da Terra?

“O desafio é explicar a origem dos elementos voláteis, como o carbono, que permanecem fora do núcleo, na parte do manto de nosso planeta”, explica Dasgupta, que compartilha a autoria do estudo com o pós-pesquisador Yuan Li, o cientista Kyusei Tsuno, ambos da Rice, e Brian Monteleone e Nobumichi Shimizu, do Instituto Oceanográfico Woods Hole. O laboratório de Dasgupta é especializado em recriar as condições de alta pressão e alta temperatura que existem ns profundezas da Terra e de outros planetas rochosos. Sua equipe comprime rochas em prensas hidráulicas que podem simular as condições de cerca de 400 quilômetros abaixo da superfície da Terra ou na fronteira entre o manto e o núcleo de planetas menores, como Mercúrio. Continuar lendo

O Sol vai destruir a Terra muito antes do que você pensa!

Sabe aquele ditado que a única certeza da vida é a morte? Pois bem, o mesmo serve para o nosso planeta. Ele inevitavelmente vai ter um fim, embora não exista nenhuma maneira de saber qual cenário apocalíptico será a causa da destruição da Terra. Mas, mesmo que a gente consiga escapar de asteroides, evitar um apocalipse nuclear ou uma pandemia, chegará um dia em que nosso próprio sol vai acabar conosco.

Este processo não vai ser bonito. E, de acordo com Jillian Scudder, astrofísica da Universidade de Sussex, no Reino Unido, esse dia pode vir mais cedo do que pensávamos. O sol sobrevive pela queima de átomos de hidrogênio, transformando-os em átomos de hélio em seu núcleo. A estrela queima 600 milhões de toneladas de hidrogênio a cada segundo. Mas, conforme o núcleo do sol torna-se saturado com este hélio, ele encolhe, acelerando as reações de fusão nuclear – o que significa que a estrela cospe mais energia. A cada bilhão de anos que o sol passa queimando hidrogênio, ele fica cerca de 10% mais brilhante. 10% pode não parecer muito, mas essa diferença pode ser catastrófica para o nosso planeta. Continuar lendo

Planeta 9: caso seja real, ele poderá provocar o caos no Sistema Solar.

Você já ouviu a respeito do “Planeta 9”?Resumidamente, não é de hoje que os astrônomos desconfiam da existência de mais planetas no Sistema Solar — por conta de anomalias bizarras que já foram detectadas no Cinturão de Kuiper, região do espaço que (mais ou menos) marca o limite da nossa vizinhança.

Pois, conforme contamos para você aqui no Universo Genial no início deste ano, cientistas do Caltech — Instituto de Tecnologia da Califórnia — disseram ter detectado fortes evidências de que existe uma superterra “morando” no Cinturão de Kuiper. Esse planetão seria 10 vezes mais massivo do que a Terra e, por se encontrar tão distante, levaria entre 10 mil e 20 mil anos para completar uma órbita ao redor do Sol.  Os cientistas passaram a postar na existência desse mundo após observar as órbitas de seis objetos que também se encontram nessa área do espaço e perceberam que eles se movimentam de forma bem estranha — como se estivessem sofrendo influência de um corpo celeste de grande massa: o Planeta 9. Continuar lendo

Hubble descobre rara relíquia fossilizada do início da Via Láctea!

Um remanescente “fossilizado” das primeiras estrelas da Via Láctea, de idades extremamente diferentes, foi revelado por uma equipe internacional de astrônomos. Este sistema estelar se assemelha a um aglomerado globular, mas não é como nenhum outro conhecido. Ele contém estrelas muito semelhantes à maioria das estrelas antigas da Via Láctea, e pode preencher a lacuna na nossa compreensão entre o passado da nossa galáxia e seu presente.

O sistema, chamado de Terzan 5, fica a 19.000 anos-luz da Terra. Ele é conhecido há mais de quarenta anos, mas, agora, pesquisadores liderados por uma equipe italiana descobriram que Terzan 5 é bem diferente do que pensávamos.  Eles encontraram evidências convincentes de que existem dois tipos distintos de estrelas em Terzan 5, que não só diferem nos elementos que contêm, mas têm uma diferença de idade de aproximadamente 7 bilhões de anos.  As idades das duas populações indicam que o processo de formação de estrelas em Terzan 5 não foi contínuo, mas sim dominado por duas explosões distintas. “Isso requer que o ancestral de Terzan 5 tenha grandes quantidades de gás para uma segunda geração de estrelas, e seja completamente maciço. Continuar lendo

NASA planeja enviar submarino robótico para explorar o mar de Titã.

A NASA quer enviar um submarino robótico autônomo para a lua de Saturno, Titã, para explorar as profundezas dos seus oceanos frios. Assim, teremos uma ideia melhor do que se passa nesse mundo, o com maiores chances de vida no nosso sistema solar. Os planos tecnológicos para o submarino incluem uma enorme “cauda” que irá deixá-lo se comunicar diretamente com receptores na Terra, cobrindo uma distância de cerca de 1,42 bilhões de quilômetros.

Com seis metros de comprimento, o robô também vai usar um sistema de lastro interessante, absorvendo líquido quando quiser afundar, e expulsando-o quando quiser emergir. Não haverá tanques de combustível em Titã, portanto, utilizar o mínimo de energia possível é crucial. O robô carregará todos os tipos de ferramentas meteorológicos imagináveis, incluindo uma variedade de sensores, radares e sonares, além de câmeras para nos oferecer a melhor imagem de Titã.  O robô autônomo deve sondar os oceanos líquidos de metano e etano que cobrem a superfície da lua, retornando dados valiosos para a Terra. Um dos principais benefícios da utilização de um submarino para explorar Titã é a sua versatilidade. Na superfície, pode medir ondas, atmosfera e vento, e uma vez que mergulha, pode testar a composição do líquido e recolher amostras do fundo do mar. Continuar lendo