A NASA vai disponibilizar seu conteúdo de pesquisa na internet!

A NASA vai disponibilizar todo seu material de pesquisa gratuitamente na internet, visando inspirar futuras gerações e entusiastas das ciências e da astronomia. Normalmente, o conteúdo da NASA fica guardado em um local pago, o que acaba fechando esse material para alumas pessoas que têm interesse na área. Dava Newman, vice-administradora da NASA, declarou que a agência vai começar a celebrar a oportunidade de expandir seu portfólio de publicações científicas e técnicas.

Ela disse que, através da divulgação e abertura gratuita, a instituição convidará toda a comunidade global a se juntar e explorar a Terra e o Espaço. A medida parte também de uma pressão feita pelo governo Obama, nos EUA, que vem cobrando as agências de ciência para que elas mantenham suas pesquisas mais acessíveis, para que seja possível aumentar a popularidade da ciência e o progresso do conhecimento público. De acordo com o informado, as pesquisas da NASA serão disponibilizadas em um site e todos os estudos financiados pela agência serão publicados gratuitamente dentro de até um ano após seu lançamento. Ellen Stofan, cientista chefe da NASA, acredita que através desse método as pesquisas impactarão mais a vida das pessoas. Continuar lendo

Cientistas descobrem planeta parecido com a Terra que orbita estrela vizinha do Sol

Ao redor da estrela mais próxima do Sol, a Proxima Centauri, orbita um planeta pequeno e rochoso como a Terra que tem condições que permitiriam a existência de água em estado líquido, fator primordial para o desenvolvimento de vida. A empolgante descoberta do planeta Proxima b foi anunciada nesta quarta-feira (24) na revista “Nature”.

Os cientistas celebraram o achado, pois o Proxima b pode vir a ser o planeta com possibilidade de vida mais perto do nosso Sistema Solar. A equipe de mais de 30 cientistas analisou dados coletados a partir de dois telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO) entre 2000 e 2014 e de uma série de observações feitas entre janeiro e março de 2016. As medidas se referem ao efeito Doppler, que indica minúsculos deslocamentos de uma estrela provocados pela presença de um planeta orbitando ao seu redor.

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A lenda do Planeta Nibiru…

A origem do mito de Nibiru remonta ao período em que surgiram os sumérios, um dos mais antigos povos da Mesopotâmia, há cerca de 5 mil anos. A cultura suméria tornou-se uma das mais avançadas da Antiguidade. Inventores da primeira linguagem escrita que se tem notícia – a cuneiforme -, eles deixaram diversos registros históricos em tábuas de argila, que permaneceram indecifráveis em museus europeus por séculos.

Mais tarde, descobriu-se que um dos campos de estudo da antiga civilização havia sido a astronomia. E, aparentemente, eles tinham noções muito interessantes do universo.Datando de cerca de 3500 a.C., os escritos e representações sumérias já organizavam o Sistema Solar de forma muito similar à que conhecemos hoje, composto por 12 planetas (consideravam a Lua entre eles) que orbitavam em torno do Sol (também visto como um planeta). Porém, além dos dois corpos celestes já citados, de Plutão, que recentemente foi rebaixado a planeta anão, e de outros oito conhecidos nossos (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), faltaria mais um planeta na lista dos sumérios.  Continuar lendo

Estamos um passo mais próximos de provar que buracos negros evaporam.

Na década de 70, Stephen Hawking fez uma previsão ousada de que buracos negros não são totalmente escuros; eles evaporam ao longo do tempo, emitindo pequenas quantidades de radiação no processo. Agora, físicos israelenses relataram a evidência mais forte até agora de que Hawking estava certo, em um novo estudo na Nature Physics. Os buracos negros se chamam assim porque a sua força gravitacional é tão forte que nem mesmo a luz pode escapar após passar do horizonte de eventos – um ponto sem retorno teórico.

Mas, depois, Hawking descobriu ser teoricamente possível que os buracos negros evaporem ao longo do tempo, através de um processo na mecânica quântica chamado de “radiação Hawking”. De acordo com a mecânica quântica, mesmo o vácuo do espaço não é realmente vazio. As chamadas “partículas virtuais” podem surgir e sumir ao longo de períodos tão curtos de tempo que elas não violam as leis estabelecidas da física. No entanto, se um par de partículas virtuais aparecer no horizonte de eventos de um buraco negro, e uma delas entrar, o buraco negro iria emitir fótons (partículas de luz), perdendo um pouco de sua massa no processo. Quanto maior o buraco negro, mais tempo ele leva para evaporar. Continuar lendo

O misterioso objeto perto de Netuno que a ciência ainda não consegue explicar.

Astrônomos descobriram um corpo celeste localizado no sistema solar exterior depois de Netuno que se movimenta em uma órbita atípica, numa direção diferente da traçada por planetas ou asteroides que orbitam o Sol. Segundo a revista New Scientist, o brilho do objeto é 160 mil vezes mais fraco que o de Netuno, o que significa que ele pode ter menos de 200 km de diâmetro.

Mas o grande mistério é de sua órbita, na direção contrária da grande maioria dos objetos do sistema solar – inclusive da Terra. Além disso, orbita um plano que tem uma inclinação de 110º graus em relação ao sistema solar. Por isso, ganhou o nome de “Niku”, rebelde. “Espero que todo mundo tenha apertado os cintos de segurança, porque o sistema solar externo acaba de ficar muito mais estranho”, tuitou a astrônoma Michele Bannister, da Queens University, em Londres. Continuar lendo

Bennu, o ‘asteroide da morte’ que a Nasa quer estudar.

Trata-se do asteroide Bennu, que a agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) está disposta a estudar. A agência vai lançar em setembro a sonda Osiris-Rex para coletar amostras da superfície do asteroide, explicou Dante Lauretta, professor da Universidade de Tucson, no Arizona e principal investigador da missão. A Osiris-Rex irá procurar elementos orgânicos que podem ser de grande valor para a comunidade científica e para entendermos a composição e o comportamento de Bennu.

O asteroide causa expectativa porque existe uma pequena chance – 1 em 2,5 mil, segundo a Nasa – de que ele colida com o nosso planeta no século 22, por volta do ano 2135, quando sua aproximação com a Terra e a Lua pode alterar sua órbita. Ele foi, inclusive, batizado com o nome de uma ave mitológica egípcia que tem associações com a morte. Alguns cientistas dizem que o corpo celeste poderia trazer “sofrimento e morte” para a Terra; mas há quem diga também que, mesmo que ele chegue de fato por aqui, não vai destruir o planeta. A sonda Osiris-Rex talvez nos dê mais pistas sobre a rota do astroide, diz Lauretta. A sonda Osiris-Rex terá de sobreviver dois anos antes de chegar ao asteroide. Continuar lendo

NASA descobre 2 planetas com condições de vida orbitando 1 estrela-anã.

Nos últimos meses, a NASA tem feito diversas descobertas pelo espaço afora que podem mostrar que não estamos tão sozinhos quanto imaginamos. A mais recente descoberta inclui 100 novos exoplanetas, sendo que ao menos 2 deles teriam condições de dar suporte à vida. A notícia ruim é que eles estão a 181 anos-luz de distância…A estrela anã-vermelha K2-72 fica na constelação de Aquário e é orbitada por quatro planetas.

Dois deles são os que poderiam ter algum tipo de vida, de acordo com os cientistas. Todos esses planetas seriam rochosos e teriam órbitas muito próximas da estrela – algo que não afeta muita coisa, já que sua temperatura é menor e permite que ao menos em dois a vida se desenvolva. Os quatro planetas seriam de 20% a 50% maiores que a Terra e teriam órbitas menores que a de Mercúrio. Entretanto, o fato de ser uma estrela menor faz com que a água possa existir em estado líquido, uma das condições primordiais para a vida como conhecemos na Terra.  Continuar lendo