Planeta ‘engolido’ alimenta hipóteses sobre possível fim da Terra.

Astrônomos encontraram evidências de um planeta que teria sido “devorado” por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos. A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido “engolido” ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.

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Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho. Os detalhes do estudo estão na publicação científica Astrophysical Journal Letters. A equipe, formada por americanos, poloneses e espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 – que é um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas. As observações foram feitas com o telescópio Hobby Eberly, no Observatório McDonald, no Texas. Continuar lendo

O Paradoxo dos Gêmeos.

A máxima “o tempo é relativo” pode não ser tão famosa como “tempo é dinheiro”. Mas a noção de que o tempo se acelera ou desacelera dependendo da velocidade com que um objeto se desloca relativamente a outro certamente está entre as ideias mais inspiradas de Albert Einstein. O termo “dilatação do tempo” foi cunhado para descrever a desaceleração do tempo provocada pelo movimento. Para ilustrar o efeito, Einstein propôs um exemplo – o paradoxo dos gêmeos – que é indiscutivelmente o mais famoso experimento idealizado da teoria da relatividade.

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Nesse suposto paradoxo, um dos gêmeos viaja quase com a velocidade da luz para uma estrela distante e volta à Terra. De acordo com a teoria da relatividade, quando voltar estará mais jovem que seu gêmeo idêntico que aqui permaneceu. O paradoxo se baseia na pergunta “Por que o irmão que viajou está mais jovem ao regressar?” A relatividade especial afirma que, ao passar por um observador, um relógio deslocando-se a altas velocidades parece andar mais devagar – isto é, há uma dilatação do tempo. Continuar lendo

Emil Rupp, o falso gênio que trabalhou com Einstein.

Durante cerca de 10 anos, Emil Rupp foi considerado um dos melhores e mais renomados físicos experimentais do mundo. Hoje, seus trabalhos são pouco mencionados pela comunidade científica, e ele se tornou conhecido por ter forjado resultados e por ter enganado muitos de seus colegas (entre eles, Albert Einstein).

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Nascido em 1898 na Alemanha, Rupp começou a se interessar por física muito cedo e, depois de concluir seus estudos, começou a fazer experimentos com raios canais (também conhecidos como raios anódicos). Esses raios são produzidos no interior de tubos de vidro nos quais é colocado um eletrodo positivo em uma extremidade e um eletrodo negativo no centro; íons são emitidos do positivo para o negativo e às vezes passam por pequenos buracos (canais) no eletrodo negativo, seguindo até a outra extremidade do tubo. Continuar lendo

Sonda Cassini registra furacão em Saturno.

O vórtice da tempestade polar norte de Saturno se assemelha a uma rosa vermelha de proporções gigantes cercada por folhagem verde nesta imagem captada pela da sonda Cassini da Nasa. O centro do furacão tem aproximadamente  1.250 milhas (2.000 quilômetros) de diâmetro e sua velocidade é de aproximadamente 330 milhas por hora (150 metros por segundo, cerca de 530 km/h).

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Esta imagem é uma das primeiras observações iluminadas de polo norte de Saturno obtida por câmeras  da Cassini. Quando a sonda chegou ao sistema de Saturno em 2004, era inverno no norte e o polo estava na escuridão. A última imagem do polo norte de Saturno sob a luz solar foi registrada pela  Voyager 2 da Nasa  em 1981, no entanto, o ângulo de  observação não permitia uma visão detalhada. Consequentemente, não se sabe por quanto tempo esse furacão recém-descoberto está ativo. Continuar lendo

O mistério por trás do extinto campo magnético da Lua.

A Lua é o único satélite natural da Terra, e gerava um campo magnético surpreendentemente intenso. Esse campo permaneceu por, pelo menos, 3,5 bilhões de anos, de acordo com novo estudo, o que representa 160 milhões de anos a mais do que se imaginava. A ilustração mostra um mecanismo sugerido para a criação de um campo magnético antigo na Lua.

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Neste cenário, o campo magnético afetaria as rochas espaciais lunares criando instabilidade no núcleo da Lua, o que resultaria em um dínamo que criaria e manteria esse campo magnético. Com os resultados que se obteve através desta nova pesquisa, seria possível compreender melhor não apenas o campo magnético da Lua, que hoje é extremamente fraco, mas também os de asteroides e outros planetas distantes, segundo afirmam os pesquisadores. Continuar lendo